01/04/2026

O reconhecimento ocorreu esta sexta-feira, dia 27 de março, durante o IV Congresso Cidades e Vilas que Caminham, um evento que reuniu especialistas e decisores no Auditório da Fundação Manuel António da Mota, no Porto, para debater o futuro das cidades.

 

O município conquistou o Grande Prémio “Redes e Cidades que Caminham 2026” e o primeiro prémio de reabilitação urbana, com a candidatura dos 25 anos do Porto como capital europeia da cultura. Houve ainda lugar à atribuição de uma menção honrosa com o projeto Rua Direita. Ambos os projetos premiados referem-se a intervenções realizadas pela empresa municipal GO Porto, que se destacou num universo competitivo de mais de 20 candidaturas a nível nacional.

 

Numa edição fortemente marcada pela urgência das alterações climáticas, o congresso teve como objetivo analisar de que modo as cidades se podem tornar mais resilientes. Com intervenções do Diretor de Produção da GO Porto, Renato Lourenço e do coordenador do Gabinete do Espaço Público, Alves da Silva, o debate centrou-se na capacidade de adaptação dos centros urbanos aos novos desafios globais e como a mobilidade urbana desempenha um papel central no futuro das cidades, usando exemplos de boas práticas dos municípios neste âmbito.

 

Catarina Araújo, Vice-Presidente da Câmara Municipal do Porto, afirmou no evento o compromisso político deste executivo em melhorar a cidade, através de um investimento corajoso e estruturado na melhoria da qualidade de vida dos portuenses.  Para Catarina Araújo, “é fundamental refletir sobre políticas públicas urbanísticas que qualifiquem o espaço público e que o tornem num lugar efetivo de encontro e partilha”.

 

Estiveram também presentes na cerimónia, os administradores da GO Porto, Andreia Júnior e Fernando Monteiro. A Vice-Presidente da empresa subiu ao palco para agradecer a todos os colaboradores da empresa e ao Município a confiança depositada na GO Porto. Fernando Monteiro aproveitou ainda para dedicar os prémios à equipa e reiterou o compromisso da empresa com uma cidade mais humana. “Olhando para os 25 anos do ‘Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura’ e na forma como transformaram o entendimento da reabilitação urbana e da humanização, percebemos hoje inequivocamente a importância do sentimento de pertença dos munícipes em relação à cidade e isso acontece na forma como intervimos no espaço público", afirmou. Fernando Monteiro realçou ainda o programa Rua Direita como um exemplo de excelência da intervenção na malha urbana, destacando a mudança estratégica que coloca o peão no centro das decisões de planeamento.

 

Com este resultado, o Porto consolida a sua posição como uma referência nacional no desenho de cidades mais humanas, acessíveis e preparadas para os desafios do século XXI.

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